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Curriculum

Sobre Mim

Nascido no Porto, Afonso Fesch tem desenvolvido uma intensa e versátil atividade performativa como solista, músico de câmara e membro de diversos ensembles. Ao longo da sua formação, teve a oportunidade de contactar com grandes pedagogos — mentores como Yossif Grinman, Zofia Wóycicka, Gerardo Ribeiro, Pavel Vernikov, Dora Schwarzberg, Raphaël Oleg e Ivry Gitlis foram essenciais no seu percurso artístico.

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Desde cedo, Afonso demonstrou um interesse especial pela música de câmara, tendo tido o privilégio de se apresentar em palco, tanto como solista quanto como músico de câmara, ao lado de artistas como Giuliano Carmignola, Guy Braunstein, Thomas Demenga, Yoel Gamzou, Maxim Emelyanychev, Simon Crawford-Phillips, Otto Tausk, Roland Glassl, Diemut Poppen, Pascal Siffert, Miguel Borges Coelho, Anton Kernjak, Raphaël Oleg e Ivry Gitlis.

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As performances como solista convidado têm sido uma parte importante da carreira do violinista português, que já atuou em diversas ocasiões com orquestras como a Orquestra Sinfónica de Hamburgo, Orquestra Sinfónica de Basileia, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, International Mahler Orchestra, Orquestra Filarmónica de Estugarda, entre outras.

Afonso colabora regularmente com várias formações e grupos dedicados à música contemporânea, tendo trabalhado diretamente com músicos como Jörg Widmann, Harrison Birtwistle, Thomas Demenga, Ilya Gringolts, Thomas Adès e Heinz Holliger.

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Outra vertente relevante do percurso de Afonso Fesch é a sua atividade como músico de orquestra. Foi concertino da International Mahler Orchestra entre 2008 e 2015, e do Ensemble Musique des Lumières entre 2016 e 2019, além de ter atuado como concertino convidado em diversos outros ensembles.

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Entre 2020 e 2024, Afonso ocupou o cargo de violino principal do naipe dos segundos violinos da Orquestra Real Dinamarquesa, em Copenhaga. Atualmente, reside na Escócia e integra a Scottish Chamber Orchestra, em Edimburgo, como Principal First Violin.

Afonso teve a oportunidade de trabalhar em posições de liderança com maestros de renome como Krzysztof Penderecki, Jonathan Nott, Michael Sanderling, Gábor Takács-Nagy, Paolo Carignani, Maxim Emelyanychev, Marie Jacquot, Nikolaj Znaider, Pekka Kuusisto, Riccardo Minasi, Andrew Manze e Eliahu Inbal, entre outros.

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Apresenta-se com dois instrumentos: um violino moderno construído por Marc Pacquin (2023) e um Giuseppe Guarneri, circa 1700.

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